Em um galpão com centenas de metros, a variação de temperatura entre o dia e a noite causa um fenômeno físico inevitável: a Dilatação Térmica Linear. Se o telhado for rígido demais, ele sofrerá tensões que resultam em parafusos degolados, telhas rasgadas e infiltrações crônicas.

Na Aquarius Metais, nossa manutenção preventiva utiliza protocolos rigorosos de engenharia para monitorar a “respiração” da sua estrutura:
1. O Cálculo da Variação
Para cada material, calculamos o quanto ele vai expandir com base no seu coeficiente de dilatação térmica através da fórmula:
Onde:
- Variação total no comprimento.
- Comprimento original da telha ou viga.
- Coeficiente de dilatação linear (específico para aço, alumínio ou zinco).
- Variação de temperatura (que pode passar de 40°C em um único dia sobre a cobertura).
2. Sistemas de Vedação Dinâmica
Uma junta de dilatação não pode ser apenas “tapada”. Ela exige foles ou selantes elastoméricos de alto desempenho que acompanham o movimento sem perder a estanqueidade. Na nossa planilha de controle, cada junta possui um Código de Integridade, onde verificamos se o selante ainda possui memória elástica ou se já cristalizou devido à ação dos raios UV.
3. Pontos de Tensão Crítica
Durante a manutenção, focamos nos pontos onde a junta encontra a calha ou o rufo. São os locais onde o movimento é mais agressivo. Se a junta travar por falta de limpeza ou acúmulo de detritos, a força mecânica pode entortar terças e comprometer seriamente a estrutura metálica.
Diferencial Técnico: Nossa equipe não apenas olha se está vazando. Nós medimos a abertura das juntas para garantir que o sistema ainda está operando dentro da margem de projeto prevista nas normas de engenharia e nas referências técnicas da Aquarius Metais.
Sua manutenção considera a movimentação do seu ativo ou apenas “tapa os buracos”?
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