Um sistema de ancoragem pode ser feito com o melhor aço do mundo, mas se ele for fixado de forma errada no substrato (a estrutura da edificação), ele falhará. Na Aquarius Metais, tratamos cada fixação como um projeto de engenharia único.

Entenda a diferença entre os principais métodos de fixação e por que a análise do substrato é vital:
1. Fixação Mecânica (Chumbadores de Expansão)
Ideal para concreto íntegro e maciço. O chumbador se expande dentro do furo, criando uma pressão mecânica contra as paredes do concreto. É uma solução rápida e extremamente eficiente, desde que o concreto tenha a resistência ($fck$) mínima exigida em projeto.
2. Fixação Química (Resinas e Epóxi)
Quando lidamos com estruturas mais antigas, concreto com muitas ferragens ou substratos porosos (como tijolos estruturais), a fixação química é a rainha. A resina “solda” a barra roscada ao substrato, distribuindo a carga de forma uniforme e sem criar tensões de expansão que poderiam rachar o material.
3. O Teste de Arrancamento Estático
Como saber se a fixação realmente suporta as cargas da NR 35? Através do Ensaio de Arrancamento. Nós utilizamos equipamentos de medição (extensômetros) para aplicar uma carga controlada e garantir que a fixação não se desloque nem um milímetro.
Dica de Engenharia: Nunca instale uma ancoragem sem conhecer a resistência do material base. O que segura o trabalhador não é apenas o parafuso, é a integração perfeita entre o metal e a estrutura da obra.
Na Aquarius Metais, garantimos que sua linha de vida esteja “enraizada” com a máxima tecnologia de fixação disponível no mercado.
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